oi minha linda, que saudade imensa!
Te amo mto!
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saudade!
by: inha
Nesses últimos dias eu venho tentando me testar. Se o mal humor contagia mesmo, eu mesma resolvi provar. Tanto contagia, como faz muito mal. Até o brilho no olhar muda. Se torna seco, áspero. Acho que posso chamar isso de auto-análise inversa, levando em conta que quase nunca estou de mal humor. Faz três dias que digo poucas palavras, uma vez ou outra um sorriso entreaberto para não parecer que sou mal educada. Respostas frias, curtas. Neste terceiro dia, já comecei a sentir de fato os sintomas. Uma cólera toma o ambiente e a vontade é de jogar uma bomba onde quer que tenha pessoas alegres. Pessoas. Algumas tonturas, sensação de indigestão, a boca com um gosto amargo. Até que eu percebi que isso não é pra mim. Me livrei, voltei ao meu estado sereno. E pensar que existem pessoas que vivem constantemente assim...
A loucura assusta. Assusta a quem prefere se adaptar a mesmice, aos pobres de espírito que se julgam normais. Àqueles cujo aprendizado de vida é manter-se sólido, lúcido, intacto. Àqueles que o que lhes faltam é prazer, euforia, emoção. Aos que se localizam na pirâmide, nas extremidades do limite. Que no fundo querem se libertar com anseio de correr sem destino e gritar para o infinito. No entanto, é só desejo. Porque o que lhes falta é coragem.
Escrevi isso voltando de Resende, num domingo, quando uma mulher que aparentava uns 40 e tantos, deficiente mental, entrou no ônibus segurando sua boneca de plástico com uma senhora que aparentava ser sua mãe. Ela chegava perto e olhava nos olhos e berrava com pessoas que nunca havia visto na vida. As outras pessoas olhavam para trás assustadas, mas o que seus olhares transmitiam, na verdade, era a indignação de tal comportamento, posto que, para a maioria, é um comportamento anormal. Quem sabe, realmente, se o seu grito não era uma forma de dizer: "libertem-se desta nostalgia!".
Reflexo do que somos
Não é nada novo. Mas é uma sensação de quem ainda quer permanecer preso em sua liberdade. Sabe aqueles dias em que você vivencia total êxtase, tamanha euforia de um desejo surreal, satisfação, e sonha em viver aquilo pra sempre? Aquela desejada felicidade plena, em vão. A felicidade não é plena. A felicidade se alimenta de momentos. Ah, a felicidade! A gente passa tanto tempo em busca dela que, de repente, quando acorda, depara-se com a imbecilidade de um tempo perdido ao acreditar que ser feliz é viver em liberdade.
A liberdade tem seu preço, sendo assim, é limitada. Tão limitada quanto seus valores. Viver em liberdade é saber ter auto-controle. É ter vontades próprias e se responsabilizar pelas seus atos e consequências. É saber olhar para o problema e encará-lo olho-a-olho, enfrentá-lo. Fugir só vai adiar uma responsabilidade do que poderia ter sido resolvido se você tivesse coragem e confiança em si mesmo de que é capaz.
A partir de um estalo, percebi que havia perdido minha essência. Voltei a viver como uma criança em descoberta, a desbravar o próprio mundo. Mas um mundo pelo qual já classifiquei há tempos e deixei me perder mais uma vez pela inocência de acreditar que tudo poderia ser diferente.
É certo que ter esperança é uma forma de acreditar nos sonhos. Mas às vezes a esperança é tão tola. Principalmente quando temos certeza de que certas coisas ou certas pessoas não fazem parte do nosso destino. Ora, se o destino é algo programado, por que não por nós mesmos? Essa coisa de acreditar que o destino é algo que está ditado, escrito e registrado, é tão vaga quanto acreditar que algum dia a caneca do Jô Soares dará bom dia a ele.
O destino está escrito sim, por nós. Somos senhores do nosso destino. Tanto quanto nos responsabilizamos pelas nossas decisões. Tudo é resultado do que você dita pra sua vida. Embora nunca preste atenção nisso.
Hoje eu to "protextando"
Sabe o que é? É que muitas pessoas reclamam que eu não falo muito de mim, que não sabem praticamente nada sobre mim.
Mas eu sempre achei que não é preciso saber. Não vejo necessidade em mostrar. Não preciso provar nada à ninguém. Até porque você falar ao seu respeito não é o mesmo que as pessoas vêem. Você pensa que é uma coisa pra elas enquanto o que você mostra ser não tem nada a ver com o que elas pensam de você. Pois quando você discursa sobre qualquer assunto, até mesmo quando diz respeito à você, nunca chega ao receptor da forma que realmente quer transmitir. Então pra que insistir?
Tudo bem... tá vendo essa menina aí em cima com essa cara feliz até demais? (sabe lá o que ela fez pra ficar assim)
Essa sou eu que todo mundo vê durante os dias, durante as nights da vida, durante qualquer hora, aonde eu estiver! Não exatamente nesse estado, mas feliz! Só que essa menina aí à cima pensa não só em proporcionar seu prazer próprio se embreagando nos finais de semana (algumas vezes no meio da semana também), fumando um cigarrinho pra saciar a ansiedade ou um "da paz" pra relaxar! Essa aí de cima tem sonhos, estuda, quer ser alguém na vida e, apesar de querer fazer mais e querer sempre mais, nunca acha que é o suficiente. Essa daí de cima tenta entender a vida, ama filosofia e estudar o comportamento das pessoas embora às vezes não consiga entender o próprio. Ela sabe o que ela é! Sabe o que quer, sempre decidida, segura, mesmo que corra o risco de perder algo de muito importante. Afinal, opinião é opinião e vulnerabilidade é seu codinome.
Adora ser criança, mas o "ser adulta" chegou mais cedo do que deveria. Responsabilidades (embora ainda não sejam muitas), vontade de crescer, crises de incerteza (o mal do século, diga-se de passagem), odeia as regras impostas pela sociedade.
Revoltada? Me disseram isso esses dias! Talvez pareça por ser sempre eu mesma.
Bom, então é isso. Poderia falar muito mais, mas o básico já basta. Afinal, vocês vão interpretar de maneira totalmente diferente do que de fato eu queria demonstrar.
Fase do "saco cheio"
Hoje eu parei pra recapitular muitas coisas que passaram na minha vida.
Vou começar já metendo o pau. Mas não metendo o pau nos outros, em mim mesma. Eu sou mesmo uma idiota. Fico atrás das pessoas que eu amo para elas não sentirem minha ausência enquanto assim elas se acomodam e esperam que eu vá, afinal, não vou deixar na mão.
É um sentimento tomado que não é de costume e não me faz bem. Sabe quando você está de saco cheio de tudo? De tudo mesmo, sem por e nem tirar. Você cansa de entender o lado das pessoas que você ama e passa a perceber que do que você cansou, na verdade, é de passar por idiota. Não que eu me sinta uma idiota ou tenha percebido que ajo como uma.
O que acontece, é que as pessoas pensam que eu sou boba, por ser "boazinha" e que sempre vou entender, como se eu fosse obrigada. Mas, pelo contrário, eu sou uma boazinha que de boba não tem nada! Eu fico só observando, observando... Aliás, uma das minha característica é ser observadora (característica de qualquer jornalista, diga-se de passagem). Entretanto, as atitudes tem um grande significado pra mim. Muito mais que palavras, muito mais q status, muito mais que qualquer coisa. Porque suas atitudes falam por você. Não importa quantas juras ditas, suas atitudes dizem o que você é, o que você foi e o que você pretende ser, mesmo que posteriormente não seja e as palavras vôam com o vento. O mundo gira, mas não em torno do seu umbigo.
O problema de eu querer entender o lado de todo mundo, é que, desta forma, eu quase não consigo enxergar os defeitos, o que me prejudica na hora de selecionar quem são as pessoas que realmente gostam de mim das que se aproveitam da situação de que eu sou uma pessoa que sabe entender o que acontece.
Eu sou altamente equilibrada, mas não sou de ferro. Eu também sinto, eu também sofro, eu também tenho fraquezas. Por sempre me colocar no lugar das pessoas antes de tomar qualquer atitude, um dos meus maiores defeitos é achar que as pessoas não seriam capazes de fazer comigo o que eu não seria capaz de fazer com elas. Quanta ingenuidade a minha! Ela são capazes sim, e fazem! E não pensam antes de fazer, e pensam só em si.
Uma das coisas que prezo às pessoas em minha volta é a clareza, a sinceridade. Eu sou do tipo muito fácil de lidar, mas se você for transparente. Do contrário, eu não vou conseguir e nem saber entender! Por, de fato, ser observadora, eu só vou coletando cada atitude mínima e percebendo quais são as intenções. Isso me faz tão mal... Porque eu vou descobrindo o que há por de baixo da máscara que você usa. E nem sempre o resultado é bom, embora seja certeiro.
Eu prefiro que você me diga: "Cara, eu já to de saco cheio da tua companhia, você é isso, isso e aquilo, parará e póroró", do que tapar o sol com a peneira e morrer de amores por fora sendo que por dentro está a ponto de me mandar pra casa do Inácio, do João ou até mesmo do Carvalho. Eu sou assim. Do tipo que prefiro que você mande eu me foder do que sorrir e quando virar a costas me atirar 50 pedras. Eu prefiro ouvir um "eu gosto de você" do que "eu te amo". Sabe o valor imenso que a palavra amor tem? É preciso ter muita certeza do que sente para soltar essas palavras. No entanto, o "eu gosto de você" se torna muito mais saudável de dizer e mais fácil de digerir quando escutado.
Por conta disto, entrei naquela fase egoísta: a fase do "saco cheio". Quem quiser, que me acompanhe, quem não quiser, azar! Embora não goste de agir assim, porque de fato penso que quando se faz algo é pelo querer, não para agradar ninguém, essa fase entrou porque estou precisando mesmo. De um momento comigo, de um momento meu e de mais ninguém. Um momento para me amar e para cuidar de mim! Para analisar minhas necessidades e valores. Colocar tudo na ponta do lápis e descartar tudo o que não me é necessário, tudo o que passou por cima da minha fraqueza e se aproveitou dela.
Retornando!
Depois de um longo tempo sem escrever aqui, voltei com alguns ajustes e, como sempre, tentando encontrar explicações para tudo. Embora não devesse.
É impressionante. Estava eu navegando por alguns blogs, quando me deparei com um daqueles bem moralistas, sabe? "Eu odeio gente assim, odeio aquilo assado", como se o mundo do dito cujo fosse o único a não ser descobertos por aqueles, ao contrário do mesmo, que vivem no mundo da ilusão. Por que o do super, hiper, mega, fantástico, é o único real.
Quanto egoísmo. Eu penso assim: cada um encontra a sua melhor forma para viver. Isso não quer dizer que viva melhor ou pior do que aquele que vive de uma maneira oposta. Apenas vive da forma que satisfaz.
Ora, se as experiências de vida dele serviram para chegar à estas conclusões, azar é o dele que não encontra um valor imenso que todas as coisas têm se ele soubesse enxergar com outros olhos.
É importante saber que existem diferenças. Saber conviver com essas diferenças que é o grande desafio.
Depois eu escrevo alguma coisa que preste.
Agradeço aqueles que continuaram visitando o meu blog deixando mensagens positivas e de saudades!
Só de Sacanagem!
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", " Esse apontador não é seu, minha filhinha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.
Só de sacanagem!
Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal".
Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? IMORTAL!
Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dá para mudar o final!
(Elisa Lucinda)

Sou:
Brasileira;
meio maluca (todo mundo é um pouco);
a favor do ecumenismo;
de PAZ, do BEM e do RESPEITO ao próximo;
aspirante a “Músico-Poeta-Compositor-Cantor”;
extrovertida e "avoada";
amiga;
capricorniana;
socialista;
humilde violonista;
sou mais Jesus, Kardec, Ghandi, Chico Xavier, Martin Luther King;
da madrugada;
boêmia;
de casa;
de comtemplar estrelas;
sonhadora;
sou mais Lulu Santos, Djavan, Cazuza, Legião e a turma da Bossa Nova;
Jimi Hendrix, The Doors, BB King, Janis Joplin e e os líderes do Blues; s
implesmente fissurada por música e teatro;
apaixonada por fadas a ponto de fazer coleção delas;
de gostar MUITO até as pernas ficarem bambas;
de Internet;
de rir e chorar;
tranqïila;
da lua, do mar;
de andar descalça;
de gostar de conversar sobre tudo;
de ir a churrascos e beber até a última cerveja;
de beijar na boca;
de abraçar apertado;
de ler muito;
de escrever na primeira pessoa usando sujeito oculto referindo-se à 3ª;
de natureza;
de viajar;
de Litoral;
chocólatra;
de aprender sempre e ensinar sempre que posso;
de lual;
de cinema;
de ficar sozinha no meu canto viajando e pensando na vida, mas ao mesmo tempo ter muitos amigos;
de comer brigadeiro e pipoca; e acredito que "Tolice é viver a vida assim, sem aventura."
Não sou:
De mentira;
hipocrisia;
valores fúteis;
jiló e beringela;
tirar vantagem pra ficar por cima;
de brigas, discussões;
de atividade física;
de dormir cedo e acordar cedo;
de aceitar um erro, principalmente cometido por mim;
de aturar ofensas. Não as faço e não aceito q façam comigo, prefiro usar palavras sutis, ser delicada e centrada para que tudo seja resolvido da melhor forma;
de "brincadeiras" de mal gosto;
de falso moralismo;
pegajosa;
preconceituosa;
de viver sem sonhar;
de pessoas que invadem a minha vida e acham que podem tomar decisões por mim.

Nome: Brunna Monteiro
Idade: 20
Cor: Verde
Som: Reggae, bossa nova, blues, rock progressivo
Lugar: Litoral
Paixão: Música e teatro
Ídolos: Niètzsche, Marx, Shakespeare, Cazuza, Jim Morrison
Livro: Água Viva (Clarice Lispector)
Instrumentos: Corda e sopro
Medo: Do inesperado
Frase: "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos."
Comida: Japonesa e churrasco
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